quem manda Desenhos Reunião de Pais  Sindrome de Burnout.
1 2 3 4

Em defesa dos livros de auto-ajuda (antes de me apedrejar: leia)

         

  

Estava pesquisando alguns livros na internet e ao entrar no site da revista Veja, li uma matéria sobre os livros mais vendidos ultimamente. Tirando, claro, os livros da Saga Crepúsculo, muitos que compunham a lista eram  livros de  "auto-ajuda" (ao menos eu os denomino assim).


Estive pensando sobre essa coisa de "auto-ajuda" e me recordei de um professor de Filosofia que dizia algo  sobre esse assunto semelhante a: "Ora, se é auto-ajuda, não precisamos de livros, pois, auto indica que o indivíduo ajuda a si próprio.  Dessa maneira, não deveríamos entitulá-los  "auto-ajuda", quem sabe uma ajuda didática..."

Pois bem, pensando nisso revi minhas últimas leituras e dentre estas estava o Vendedor de sonhos, de Augusto Cury  que não é denominado assim, mas por meio dele, pude refletir bastante.


Ora, para que alguém se "ajude" seja qual for a área de sua vida é necessário que se faça uma reflexão sobre seus atos, ideais, opiniões, para que se reveja conceitos e a partir daí obter mudanças positivas.    O que quero dizer é que ainda que a leitura feita  não seja especificamente para o auxílio  em determinada situação na vida, tem o poder de ajudar e muito: Quantas vezes, passando por conflitos e  problemas de variadas espécies, consegui abstrair durante uma boa leitura.



Não me refiro a livros de auto-ajuda E SIM A LIVROS QUE CONSIDEREI BONS.

Modifiquei a minha leitura de mundo e a visão de meus problemas. Encontrei alivio para minha mente cansada de trabalhar em prol de soluções que no  tempo oportuno  vieram e que não  se adiantaram  pela preocupação ou até mesmo desespero.


Ficção, históricos, científicos, até mesmo ajuda didática. O que te apraz?
Auto-ajuda é saber utilizar as ferramentas que se tem  para melhorar sua qualidade de vida. A boa leitura é uma delas. Então quer se ajudar? LEIA...



  SERDICOTOMICO

Ler Mais

Esgotamento profissional - Sindrome de Burnout: Você sabe o que é?





A primeira vez que ouvi falar dessa síndrome, estava cursando a faculdade. Depois de ingressar no mercado de trabalho, percebi que ela é mais frequente que imaginava.
Quantos profissionais passam por isso, e nem sequer sabem? 
Quantos colegas professores estão sofrendo e não nos damos conta?
Fique atento.

A síndrome de Burnout (do inglês to burn out, queimar por completo), também chamada de síndrome do esgotamento profissional, foi assim denominada pelo psicanalista nova-iorquino, Freudenberger, após constatá-la em si mesmo, no início dos anos 1970.
A burnout de professores é conhecida como uma exaustão física e emocional que começa com um sentimento de desconforto e pouco a pouco aumenta à medida que a vontade de lecionar gradualmente diminui. Sintomaticamente, a burnout geralmente se reconhece pela ausência de alguns fatores motivacionais: energia, alegria, entusiasmo, satisfação, interesse, vontade, sonhos para a vida, idéias, concentração, autoconfiança e humor. 
Fonte:  wikipedia
Em geral, os professores sentem-se emocional e fisicamente exaustos, estão freqüentemente irritados, ansiosos, com raiva ou tristes. As frustrações emocionais peculiares a este fenômeno podem levar a sintomas psicossomáticos como insônia, úlceras, dores de cabeça e hipertensão, além de abuso no uso de álcool e medicamentos, incrementando problemas familiares e conflitos sociais. 
Nos aspectos profissionais, o professor pode apresentar prejuízos em seu planejamento de aula, tornando-se este menos freqüente e cuidadoso. Apresenta perda de entusiasmo e criatividade, sentindo menos simpatia pelos alunos e menos otimismo quanto à avaliação de seu futuro. 
Pode também sentir-se facilmente frustrado pelos problemas ocorridos em sala de aula ou pela falta de progresso de seus alunos, desenvolvendo um grande  distanciamento com relação a estes. Sentimentos de hostilidade em relação a administradores e familiares de alunos também são freqüentes, bem como o desenvolvimento de visão depreciativa com relação à profissão. 
O professor mostra-se autodepreciativo e arrependido de ingressar na profissão, fantasiando ou planejando
seriamente abandoná-la.


As causas podem ser:
  • Políticas inadequadas da escola para casos de indisciplina;
  • Atitude e comportamento dos administradores;
  • Avaliação dos administradores e supervisores;
  • Atitude e comportamento de outros professores e profissionais;
  • Carga de trabalho excessiva;
  • Oportunidades de carreira pouco interessantes;
  • Baixo status da profissão de professor;
  • Falta de reconhecimento por uma boa aula ou por estar ensinando bem;
  • Alunos barulhentos;
  • Lidar com os pais.
Você conhece alguém nestas condições? Esta pessoa precisa de ajuda.
    Ler Mais

    Bom aluno ajudará criança com nota baixa em São Paulo

                                                                                                                       Por FábioTakahashi

    Fonte: Folha.com

    Na tentativa de melhorar o rendimento dos alunos em matemática, a Secretaria da Educação de São Paulo implementará neste semestre projeto em que bons estudantes do ensino médio darão monitoria aos mais novos, com dificuldade nas contas.


    Em troca, receberão R$ 115 mensais, de bolsa e auxílio. Serão 400 tutores, que atenderão a 1.200 pupilos, num tipo de plantão tira-dúvidas em duas sessões semanais.
    Se tiver sucesso, a proposta pode ser ampliada. A rede possui 4,2 milhões de alunos. Para educadora da Unicamp, a ideia é positiva, mas insuficiente.


    Os monitores virão do 2º ano do ensino médio; os pupilos, do 6º e 7º anos. Serão selecionados com base em notas no Saresp (exame estadual) e boletins escolares.
    A ideia é que os tutores ajudem, por exemplo, na resolução de problemas passados pelos docentes. O projeto visa complementar o reforço já existente.
     
    PONTO CRÍTICO

    Matemática tem sido o ponto mais crítico do ensino público, tanto em São Paulo como no país. Na última avaliação estadual, houve recuo na média no ensino médio.


    "Queremos que os estudantes tenham uma base melhor na disciplina, em que o desempenho está bem aquém do desejado", disse Camila Barros, que coordena o projeto na secretaria.


    O governo Alberto Goldman (PSDB) espera ainda que o contato dos mais novos com bons alunos mais velhos ajude a melhorar o rendimento em todas as disciplinas.


    "O aluno tende a ter mais empatia com alguém que tenha poucos anos a mais", disse Luciana Bittencourt Fevorini, coordenadora do colégio particular Equipe, que possui ação semelhante.


    "Mas a proposta só dá certo quando há bom acompanhamento dos docentes. O tutor pode se sentir professor, afastando o mais novo, ou vira apenas bate-papo."


    O projeto será financiado pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento e por ONGs. O modelo foi feito pela Fipe (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas).
    Ler Mais

    Luto: Assassinaram a gramática.

    Que descanse em paz ?
    Ler Mais

    Jogo da literatura

    Você gosta de literatura?
    Lia os livros para fazer prova na escola e vestibular?
    Teste seus conhecimentos e sua memória sobre os clássicos literários.

    Um especial sobre Leitura Literária. Encontrei  este jogo na revista Nova Escola. 

    Clique aqui para jogar!

    Você se lembra de personagens, acontecimentos e estilos de escrita dos clássicos que já leu ou ouviu falar? Neste jogo, avalie seu conhecimento sobre 25 livros nacionais e estrangeiros relacionando os trechos apresentados às respectivas obras. Bom jogo!

    Ler Mais

    Vamos tirar as crianças da sala de aula!

          Por Professora Maluquinha                            


                                                                                                             
     
    Calma!!!! Já, já me darão razão! Em um mundo globalizado, multicolorido, cheio de atrativos como jogos eletrônicos e internet, condenar nossas crianças a ficar trancadas 200 dias letivos, em uma média de 4 horas diárias, em um quadrado, com um quadro de giz e, no mínimo, um muralzinho na parede, chega a ser um crime. Vamos ser sinceros, tem escola que é um saco!!!! A da minha filha é uma destas. Me perdoem a sinceridade! Morro de pena da minha menina! E o pior que é considerada escola padrão. Padrão ultrapassado, isto sim. 

    Mas depois falo da escola dela, por enquanto vou generalizar. Por mais que se fala, se discute, se aprende, continuamos a reproduzir um modelo educacional do século retrasado. Salvo uma atividade aqui, um evento ali, um passeio acolá, nossas crianças continuam passando a maior parte do tempo, escutando uma professora, copiando do quadro de giz, e sendo vítimas de tentativas contínuas de “domesticação”. Esse modelo já não funcionava em um passado, nem tão recente, imagine agora? Fico imaginando aqueles pobrezinhos ali, sentadinhos, com a lan house logo ali na esquina, uma rua cheia de brincadeiras interessantes, e ele sendo obrigado a copiar páginas de exercícios, manter-se quieto, sentado, aprendendo coisas que ainda não tem a menor idéia da importância.

    Eu sempre procurei tirar meus alunos da sala de aula, mas sei que isto implica uma série de fatores, que só nos aborrecem e desanimam. Primeiro, nem sempre os outros funcionários da escola os quer transitando pelas dependências da escola, que não seja na hora do recreio. Vão atrapalhar a aula do professor tal, a quadra está ocupada, a faxineira vai lavar o corredor, o refeitório já foi limpo, os inspetores estão ocupados com o recreio das outras turmas, se alguma criança cair a escola será processada, e por aí vai. Quer um conselho: ignore tudo isso e vá em frente.

    O professor é absoluto! Ele decide a aula que vai dar e como vai dar. Converse com a turma, explique que o comportamento deles será crucial para as próximas aulas em ambiente aberto. Garanto que eles sabem se comportar e muito bem. Você e eles dão conta da atividade, mesmo que nenhum outro funcionário queira participar daquilo que chamarão de “bagunça”.


    Na escola em que trabalho, assim que entrei, encontrei algumas dificuldades em convencer os inspetores na hora de retirar meus “anjinhos” da sala. Os raros momentos em que as atividades ultrapassavam as quatro paredes da sala de aula, se resumiam ás atividades estipuladas pela secretaria de educação. Fora estas datas pré-definidas, já era mais difícil convencê-los a colaborar. No primeiro ano resolvi cumprir as regras  e não assustá-los com meu jeito pouco convencional. Foi um saco!! Se eu me sentia uma prisioneira naquela sala quente e abafada, imagine aquelas crianças!! Foi com jeitinho, educação e paciência que comecei a mostrar meu estilo dinâmico. No ano seguinte já estava pintando árvores, contando tampinhas, organizando murais no pátio, aprendendo biologia andando pela escola, caçando mosquito da dengue no pátio, fazendo salada de frutas, organizando aulas e exposições para visitação de outras turmas, pintando o sete, o oito e o nove, e tudo isto, sem que um único incidente tenha sido registrado.


    Pronto! Conquistei respeito, credibilidade, e quem diria, admiração dos demais funcionários da escola. Hoje, desde o merendeiro, passando pelas faxineiras e finalmente chegando aos inspetores, todos, sem exceção, abraçam a minha idéia. Claro que não me esqueço de agradecê-los com chocolates, mimos e muito carinho. Afinal, com eles tudo fica mais fácil! 

    Uns preparam o ambiente, outros preparam um lanchinho especial, outros me ajudam com o data show, e o mais legal: todos juntos contribuem para que a atividade seja um verdadeiro sucesso. Quem lucrou com isso? Todos, é claro! Nossas crianças agradecem e a educação se qualifica.


    Este ano estou na coordenação e pude disseminar minhas idéias pelos corredores, dividindo com os outros maluquinhos, quer dizer, professores, um ensino dinâmico e realmente produtivo. Nosso plano de ação está sendo cumprido ao “pé da letra” e nosso projeto “A África é Show de Bola” indo de “vento em popa”. Estamos cansados! Mas quem disse que ficar trancafiado em uma sala de aula é menos cansativo?
    Ler Mais

    Vamos distribuir macacos!!!



    Recentemente uma notícia que deu o que falar, foi  a do Srº Sylvester Stalone, que disparou em uma entrevista, piadinhas de péssimo gosto em relação ao Brasil:

    "Gravar no Brasil foi bom, pois pudemos matar pessoas, explodir tudo e eles (os brasileiros) dizem obrigado", diz Sylvester Stallone, no painel de divulgação de seu filme Os Mercenários, durante a Comic-Con 2010. E se complicou ainda mais: "Obrigado, Obrigado e leve um macaco!", disse, imitando a voz de uma pessoa simplória...



    Diante da fúria do Twiter e críticas de vários veículos de comunicação, o cara resolveu pedir desculpas por meio de uma nota.  
    Mas e aí? A questão levantada é: Porque muitos estrangeiros tem idéias equivocadas (?) a respeito do Brasil?
     
    Bem, tem gente que pensa que Buenos Aires é a capital daqui... que dirá o resto.

    Agora Sly,é tarde demais!!! Deixei de gostar do Rock Balboa...




    Ler Mais
     
    Educação é vida | by TNB ©2010