Em defesa dos livros de auto-ajuda (antes de me apedrejar: leia)

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

         

  

Estava pesquisando alguns livros na internet e ao entrar no site da revista Veja, li uma matéria sobre os livros mais vendidos ultimamente. Tirando, claro, os livros da Saga Crepúsculo, muitos que compunham a lista eram  livros de  "auto-ajuda" (ao menos eu os denomino assim).


Estive pensando sobre essa coisa de "auto-ajuda" e me recordei de um professor de Filosofia que dizia algo  sobre esse assunto semelhante a: "Ora, se é auto-ajuda, não precisamos de livros, pois, auto indica que o indivíduo ajuda a si próprio.  Dessa maneira, não deveríamos entitulá-los  "auto-ajuda", quem sabe uma ajuda didática..."

Pois bem, pensando nisso revi minhas últimas leituras e dentre estas estava o Vendedor de sonhos, de Augusto Cury  que não é denominado assim, mas por meio dele, pude refletir bastante.


Ora, para que alguém se "ajude" seja qual for a área de sua vida é necessário que se faça uma reflexão sobre seus atos, ideais, opiniões, para que se reveja conceitos e a partir daí obter mudanças positivas.    O que quero dizer é que ainda que a leitura feita  não seja especificamente para o auxílio  em determinada situação na vida, tem o poder de ajudar e muito: Quantas vezes, passando por conflitos e  problemas de variadas espécies, consegui abstrair durante uma boa leitura.



Não me refiro a livros de auto-ajuda E SIM A LIVROS QUE CONSIDEREI BONS.

Modifiquei a minha leitura de mundo e a visão de meus problemas. Encontrei alivio para minha mente cansada de trabalhar em prol de soluções que no  tempo oportuno  vieram e que não  se adiantaram  pela preocupação ou até mesmo desespero.


Ficção, históricos, científicos, até mesmo ajuda didática. O que te apraz?
Auto-ajuda é saber utilizar as ferramentas que se tem  para melhorar sua qualidade de vida. A boa leitura é uma delas. Então quer se ajudar? LEIA...



  SERDICOTOMICO

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